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quinta-feira, 15 de abril de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Das weiße Band, 2

Para mim, cena das mais emocionantes do filme Das weiße Band (2009).

a cultura do fragmento na música + tomorrow, in a year



Hum... acabo de me dar conta como hoje as pessoas, culturalmente, apreciam músicas (hits), e não álbuns (música), como antigamente. Vemos pouquíssimas pessoas que carregam em seus microaparelhos de mp3 (mp4 ou afins) discos inteiros; hoje a cultura é a do hit, da música da novela, do filme, do single da rádio...

Não sei ao certo de onde adquiri essa cultura de ouvir um disco inteiro, e não faixas avulsas... Talvez eu devo esse hábito aos vinis... ou aos excelentes álbuns conceituais do Rock/Prog, ou até mesmo às óperas...

E em plena cultura de downloads e mp3, eu ainda continuo a carregar meus aparelhos com discos inteiros: uma obra completa, e não fragmentada.

E por falar em discos inteiros, estou aqui conferindo o novo disco dos suecos do The Knife. "Tomorrow, in a Year" é um experimentalismo sem tamanhos, para ouvidos exigentes (e extremamente pacientes). Vamos ver como termina essa electro-ópera inspirada na obra de Charles Darwin.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

vírus #fail

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"De: luciene@escola7.org.br [mailto:lucilene@agaxtur.com.br]
Assunto: [Bulk] Quero Só Saber...

Olla!!
Por que você faz isso comigo? Passou por mim ontem e fingiu que nem me viu... será que poderíamos conversar um pouco? Não sei se você lembra dessa foto que tiramos juntos. Espero que goste um pouco de mim, nem que seja pela nossa amizade. Beijos, te adoro muito. !!
Beijos!
Anexo:  DSC2522010.JPG (156,0 Kb)"
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Essas mensagens me comovem de tal forma... Quase corro o risco de infectar meu PC só de pensar que eu poderia ter magoado alguém assim...

Noh, são hilárias essas mensagens de vírus... E essa eu não podia deixar de publicar aqui, hehe

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mostra Passou Batido 1 (Fev2010)


Filmes da mostra:

À Procura de Eric | Looking for Eric, Ken Loach, Reino Unido/França/Itália/Bélgica/ Espanha, 2009, 116’, 35mm
Caramelo | Sukkar Banat, Nadine Labaki, França/Líbano, 2008, 95’, 35mm
Ninho Vazio | El nido vacio, Daniel Burman, Argentina/França/Espanha/Itália, 2008, 91’, 35mm
Um Lobisomem na Amazônia | Ivan Cardoso, Brasil, 2006, 74’, 35mm
Desejo e Perigo | Se, jie/Lust, Caution, Ang Lee, EUA/China, 2007, 157’, 35mm
Loki – Arnaldo Baptista | Paulo Henrique Fontenelle, Brasil, 2008, 120’, DVD


Mais informações: clicar na banner acima.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

entrelinhas e entre linhas


"(...) um grande conto vale mais pelo que está na entrelinha do que pelo que é dito diretamente (...)" Marcelino Freire



Podcast de Marcelino Freire para a Folha Online sobre o workshop que ele ministrará no fim do mês em São Paulo sobre Literatura e Erotismo.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Escrever um pouco?

Então, vamos falar desses últimos dias, ok?

1. Não consegui a matrícula pro Francês I na facul e não sei se vou pedir para incluí-la no acerto de matrícula amanhã. Tenho que parar de ser afobado e querer fazer tudo ao mesmo tempo. Às vezes esse imediatismo me atrapalha muito. Pensei em puxar algumas matérias do Português, mas acho que vou esperar também. E quero logo um estágio na área. Não sei, mas me deu uma vontade de repente de dar aula.

2. Segunda-feira passada, 20 de julho, foi o Dia do Amigo. Malettamos primeiro e depois fomos passeando por alguns botecos dali do centro de BH.

Algumas lembranças desse dia:
(É, foi atrás do rótulo da cerveja mesmo, e estávamos em um teor de felicidade muito elevado)




3. Ansioso pelo novo livro de Santiago Nazarian, "O Prédio, o Tédio e o Menino Cego". Queria ir na festa de lançamento, em São Paulo, mas não vou.

4. Ontem teve um almoço entre amigos na casa da Mariah. Foi muito bom. Meu creme de milho ficou excelente, claro (rsrs). Mas foi o que todos falaram. Não sei se foi só para me agradar, mas acho que tava bom sim. Além do meu creme de milho, também ficaram excelentes a conserva de berinjela que a Dulce fez, a isca de frango da Aliche, o strogonoff de soja da Café e do Guilherme, e tudo que a Mariah também fez. Estava tudo muito bom! (...) E amigos reunidos num domingo de férias com muita cerveja! Mas faltou a Jana pra completar.


Fotos desse almoço eu (talvez) coloco depois aqui, já que acabo de me lembrar que deixei minha câmera com a Dulce.

Abraços!

sábado, 11 de julho de 2009

Recortes do cotidiano

Só uma observação: hoje uma coisa me impressionou, me intrigou até.

Todo mundo sabe da morte do Michael Jackson, vulgo MJ. Claro, com a mídia massificante de hoje, qualquer um sabe. Do mendigo ao dândi, do metaleiro ao axezeiro, da puta à madre superiora. Todos sabem. Mas também só sabem falar disso ultimamente. E da ex-gripe suína, a atual H1N1, claro. Assuntos no mínimo recorrentes.

Estava eu hoje num bar no centro de Belo Horizonte, início da tarde já, por volta das 16h30. Conversávamos e tal. E no bar havia daquelas Music Box. Tá, até aí tudo bem. Tocava de tudo, mas eu nem prestava atenção na música.

De repente, colocam uma apresentação do MJ, a música Billie Jean. Da época em que ele ainda era muito foda em termos de composição. Creio que a apresentação era dos anos 1990, mas não tenho certeza. O bar, que fica em uma esquina, começou a atrair a atenção de quem passava por ali, de quem reconhecia a voz de MJ. Mas me pergunto: será que todos realmente conheciam MJ? Reconheceriam de longe a sua voz? Gostavam dele? Respeitavam seu trabalho?

Sei que com sua morte, no mês passado, ele voltou a ser o que fora nas décadas passadas: um grande ícone. As pessoas passavam pelo bar e paravam para ver sua moonwalk, para escutar sua voz inconfundível. Algumas repetiam seus passos ali, quando iam embora.

Reparei em algumas pessoas especificamente: um catador de latinhas (ou de papel, não sei direito) que largou o que estava fazendo e foi assistir à dança de Michael. Uma senhora (que provavelmente voltava do trabalho) também se aproximou durante aquela apresentação; assistia atentamente àquela música. Mais ao longe, uma moça, por volta de seus 17 anos, acredito, passava e ria; um sorriso parecido com a minha atitude: adimirava-se como de repente todos conheciam e prestavam atenção no trabalho de MJ. Os funcionários do bar também assistiam ao trecho do show, e comentavam entre si. Outras pessoas que passavam pelo local também reconheciam aquela voz, aquela dança.

Interrompi o assunto que discutíamos para fazer essa observação, um recorte naquele cotidiano. Nem a morte do papa abalou tanto a sociedade. A morte de Michael Jackson o tornou novamente um ícone da música, um ícone do mundo pop, de uma época. Ela - sua morte - lhe devolveu o respeito e a admiração do povo. Rendeu-lhe (tá, não mais para ele propriamente) em menos de um mês vendas de discos que há uma década inteira não lhe rendia.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Rapidinha 1

Tô com preguiça de atualizar este trem, mas tem um monte de coisa que queria colocar aqui. Com o tempo vou postando.

É, depois de pouco mais de 4 anos deixando o cabelo crescer, cortei de vez. É, cansei. Mudanças sempre têm um lado positivo. Outra coisa: fui e participei do Congresso Nacional de Estudantes, na cidade do Rio de Janeiro, onde foi fundada uma nova entidade para lutar e defender os direitos dos estudantes do país - a ANEL - Assembleia Nacional de Estudantes Livre. Mais uma outra coisa: no mesmo congresso, também recebi um convite para participar durante um período como aspirante do PSTU. Ah, e no domingo, último fim de semana, fui à montagem da Fundação Clóvis Salgado para a ópera de Verdi inspirada na obra de Shakespeare, Macbeth. E o pior que também vale constar: essa gripe.

Mas então. É muita coisa e tô com preguiça de falar de cada uma delas agora. Já são mais de 2 horas da madrugada, tenho prova de Linguística Comparada à noite, tenho que ir dormir e resolver a minha vida quando acordar.



E para não passar batido, vai aí um clipe dos Smiths:



"And if a double-decker bus crashes into us
To die by your side is such a heavenly way to die
And if a ten-tonne truck kills the both of us
To die by your side
Well the pleasure, the privilege is mine"



É isso.